¿Por qué y para qué filosofar en América Latina?
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Resumo
Pablo Guadarrama analisa o fazer filosófico na região identificando três tendências principais: a hermenêutico-exegética, marcada por um universalismo abstrato e acadêmico ; a filosofia latino-americana da libertação, que prioriza a circunstância continental e o compromisso com as massas, embora às vezes caia em um regionalismo estreito ; e a concepção dialético-materialista. O autor critica tanto o isolamento em abstrações quanto a negação da herança teórica universal, propondo que a filosofia possui uma essência universal que se manifesta por meio de formas particulares e singulares próprias da realidade latino-americana. Sob a premissa de "conhecer para transformar", Guadarrama sustenta que o filosofar na América Latina deve superar os antagonismos sociopolíticos e a dependência para vincular indissoluvelmente a teoria com a práxis de mudança social e o progresso humano.
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