¿Por qué y para qué filosofar en América Latina?

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Pablo Guadarrama González

Resumo

Pablo Guadarrama analisa o fazer filosófico na região identificando três tendências principais: a hermenêutico-exegética, marcada por um universalismo abstrato e acadêmico ; a filosofia latino-americana da libertação, que prioriza a circunstância continental e o compromisso com as massas, embora às vezes caia em um regionalismo estreito ; e a concepção dialético-materialista. O autor critica tanto o isolamento em abstrações quanto a negação da herança teórica universal, propondo que a filosofia possui uma essência universal que se manifesta por meio de formas particulares e singulares próprias da realidade latino-americana. Sob a premissa de "conhecer para transformar", Guadarrama sustenta que o filosofar na América Latina deve superar os antagonismos sociopolíticos e a dependência para vincular indissoluvelmente a teoria com a práxis de mudança social e o progresso humano.


 

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Como Citar

¿Por qué y para qué filosofar en América Latina?. Revista Libertação-Liberación, [S. l.], v. 1, n. 01, p. 34–45, 2026. DOI: 10.5281/zenodo.18209693. Disponível em: https://rllifil.com/index.php/revista/article/view/10. Acesso em: 26 out. 2026.

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